terça-feira, 31 de janeiro de 2017

A GERAÇAO Y NO AMBIENTE DE TRABALHO


A Geração Y, também chamada geração do milênio ou geração da internet, é um conceito em Sociologia que se refere, segundo alguns autores, como Don Tapscott, à corte dos nascidos após 1980 e, segundo outros, de meados da década de 1970 até meados da década de 1990, sendo sucedida pela geração Z.



No vídeo você assistirá um excerto da entrevista do Programa Inside Quest em que ele aborda quatro tópicos dessa geração:
  •  A formação dos pais;
  • A tecnologia;
  • A impaciência;
  • O ambiente
Ele aborda o modus operandi dessa geração que tem uma autoestima muito menor que as gerações anteriores – é a geração que vive no mundo dos perfis de Facebook e Instagram, ou seja, são bons em colocar filtro nas coisas e mostrar a vida “maravilhosa” em que todos parecem fortes, felizes e se divertem muito, quanto na verdade há muita depressão e incertezas em muitas dessas pessoas.
Culpar a formação dos pais que ofereceram tudo já é passado, e com o uso das mídias sociais as crianças crescem sem aprender a cultivar relacionamentos verdadeiros.
Essas crianças – agora adultos desejam ter tudo o que era oferecido pelos pais/família, mas infelizmente não há um APP para isso.

Os gestores que também são da geração Y oferecem uma liderança benigna e são tão impacientes quanto os seus liderados, e pecam por não construir um relacionamento que gere um processo de confiança entre eles – um processo lento que precisa de tempo para ser solidificado.

Há líderes e aqueles que lideram. Os líderes têm uma posição de poder ou autoridade. Mas aqueles que lideram nos inspiram. Sejam eles indivíduos ou organizações, nós seguimos aqueles que lideram, não porque temos de seguir, mas porque queremos seguir. 

Não é por eles, mas por nós mesmos. E esses que começam com ‘por que’ possuem a habilidade de inspirar aqueles a sua volta ou encontrar aqueles que os inspiram.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

CAMINHA TRÊS LUAS COM MEUS SAPATOS

Os Sioux têm um provérbio muito interessante: “Antes de julgar uma pessoa, caminha três luas com seus sapatos”. Se referem ao fato de que julgar é muito fácil, entender o outro é um pouco mais difícil. Ser empático é muitíssimo mais complicado. E o julgamento só será justo se vivermos experiências iguais.
Entretanto, com frequência pretendemos que os outros nos entendam, que compreendam nossas decisões e as compartilhem, ou que, ao menos, nos apoiem. Quando não fazem o que queremos, nos sentimos mal, nos sentimos incompreendidos e até rejeitados.
É evidente que isso é difícil de aceitar, todos necessitamos que, em algumas situações, alguém acolha nossas emoções e decisões. É perfeitamente compreensível. Contudo, sujeitar nossa felicidade à aceitação dos demais ou tomar decisões com base no medo de que os outros não vão nos entender é um grande erro. Um grande e inominável erro.
Porque os que os outros pensam sobre você na realidade diz mais sobre eles do que sobre a sua pessoa. O que pensam reflete, com certeza, o que são eles, não quem é você.
Quando criticamos alguém sem usar a empatia de nos colocarmos em seu lugar e sem, ao menos, tentar compreender o ponto de vista do outro, na realidade expomos nossa forma de ser. Quando alguém diz ao mundo que você é uma má pessoa esta atitude revela que ela é insegura, tem um pensamento duro e cheio de estereótipos.

Quem critica o que não é, não compreendeu ou não quer aceitar

O mais certo é que por trás de uma crítica destrutiva quase sempre se esconde o desconhecimento ou a negação de si mesmo. Na verdade, muitas pessoas lhe criticam porque não compreendem suas decisões, não caminham com os seus sapatos, não conhecem a sua história e não entendem a verdadeira razão de ter escolhido o caminho que escolheu. Muitas pessoas ainda vão lhe criticar por desconhecimento mais profundo sobre o seu jeito e, sobretudo, por serem arrogantes e pensarem que são os donos absolutos da verdade.´
Fonte: http://www.revistapazes.com/o-que-os-outros-pensam-sobre-voce-reflete-quem-eles-sao-nao-quem-voce-e/ 

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

AMIZADE ENTRE PRIMOS


Durante minha infância e adolescência, quando chegava a época do final de ano, meus irmãos e eu ficávamos eufóricos à espera dos primos. Foram várias as vezes em que nos sentamos, durante horas, na garagem de casa contando os carros que passavam na rua. Nossa contagem só terminava quando o carro do nosso tio estacionava.
Alguns dos primos, víamos com certa frequência. Porém outros moravam longe. E, naquele tempo sem e-mail ou aplicativos, a comunicação entre nós era feita pelas cartas que escrevíamos e por telefonemas nos dias de nossos aniversários. Assim, quando se aproximavam as férias escolares (ou seja, quando todos os primos estariam juntos), uma mistura de ansiedade, alegria e saudade começava a despertar na gente.
Tenho família grande. Meus primos estão espalhados pelo país, de norte a sul. Meu pai tem três irmãos e minha mãe, nove. No total, são 33 primos (fora os filhos dos primos!). Dia desses foi aniversário da minha prima que mora a mais de 2.500 km de distância de mim. Ela fez uma festa, mas não pude ir. Então, gravei-lhe uma mensagem de parabéns. Sua resposta também veio em uma mensagem de voz: “queria muito que você e todas as minhas primas estivessem aqui, mas entendo que é muito longe; mas acho que a gente tem que se programar um pouco mais, e com seriedade, para se encontrar… A gente se vê muito pouco e eu sinto muita falta de vocês”.
Fiquei pensando nisso. Então me lembrei da expectativa boa que era a espera da chegada das minhas primas e dos meus primos. Lembrei-me das férias na casa de nossos avós. A vovó ficava louca da vida quando nos trancávamos no quarto para brincar de “gato mia”, e o vovô dava uns trocados pra gente comprar balas no bar da esquina.
Outras lembranças chegaram junto: as partidas de buraco e os campeonatos de truco, as pescarias no rancho do tio, as voltas de bicicleta pelo bairro, os passeios na pracinha para comer churros, as viagens à praia, os jogos de béti no meio da rua, as brigas e as pazes, os colchões espalhados pelo chão da sala, as conversas de madrugada, as rodas de violão e as músicas que cantávamos.
Minha prima tem razão, precisamos nos encontrar mais vezes. Por mais que tenhamos contato quase que diário nos grupos de família do WhatsApp, nada se compara aos abraços e às risadas, aos churrascos e às festas que fazemos quando estamos juntos.
Primo-irmão. O próprio nome já diz: primo é quase que um irmão da gente. E eles são os primeiros amigos que nos foram apresentados. Foi com eles que aprendemos a dirigir um automóvel. Foi com eles (junto com algum tio jovem e maluco) que nos fantasiamos para ir a alguma festa ou show em estádio de futebol. Foi com eles que pulamos vários carnavais e tomamos o primeiro porre de cerveja.
Mesmo que hoje esses primos se reúnam com uma frequência bem menor (cada um tem sua rotina, seus compromissos e sua família), quando eles se encontram é como se o tempo não tivesse passado. É como se as férias escolares tivessem sido ontem! Pois a amizade entre primos carrega uma história que o tempo e a distância não conseguem apagar. 

ENTUSIASMO

A palavra entusiasmo vem do grego e significa ter Deus dentro de si. Os gregos eram politeístas, isto é, acreditavam em vários Deuses....